The girl dances…

“A menina dança sozinha por um momento

A menina dança sozinha com o vento, com o ar, com o sonho de olhos imensos…

A forma grácil de suas pernas ele é que as plasma, o seu par de ar, de vento, o seu par fantasma…

Menina de olhos imensos, tu, agora, paras, mas a mão ainda erguida segura ainda no ar o hástil invisível deste poema!” - Mario Quintana

Photo via Petite Danse

By Juliana Araújo

At 16, she won over the Brazilian people`s hearts with disconcerting simplitcity and her cheerful spirit,  when she won the Joinville Dance Festival in 2010.  With the same cheerfulness, the Swiss public fell in love with her and granted her the audience best dancer award as well as the Prix de Lausanne final prize in 2011. However, Mayara Magri knows that in order  to succeed in dancing, it takes a great deal of determination, perseverance and hard work. She knows that in the ballet studio her focus is on the job. Then she rehearses, repeats in the constant quest for perfection. Talent, she has it in abundance. And it is quite noticible when one watches the lightness and gracefulness of her movements when she performs the variations of their repertoires. It makes a difficult job  look easy, and with a striking smile she bewitches the members of the audience who sit in the theatre’s last row. Read more here

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A menina dança…

“A menina dança sozinha por um momento

A menina dança sozinha com o vento, com o ar, com o sonho de olhos imensos…

A forma grácil de suas pernas ele é que as plasma, o seu par de ar, de vento, o seu par fantasma…

Menina de olhos imensos, tu, agora, paras, mas a mão ainda erguida segura ainda no ar o hástil invisível deste poema!” - Mario Quintana

Foto via Mayara Svetlana Osipova

Por Juliana Araújo

Aos 16 anos, ela conquistou o Brasil com uma simplicidade desconcertante e com seu espírito alegre, ao vencer o Festival de Joinville em 2010. E foi com a mesma alegria que o público suíço se apaixou por ela, e lhe concedeu o prêmio de melhor bailarina do Prix de Lausanne, bem como o prêmio final da competição em 2011. Entretanto, Mayara Magri sabe que para vencer no mundo da dança, requer muita determinação, perseverança e muito trabalho. Ela sabe que na sala de ballet o foco está voltado para o trabalho. Então ela ensaia, repete, na busca constante da perfeição. Talento, ela tem de sobra. E é bastante visível, quando alguém observar a leveza e a graça com as quais ela executa as variações de seus repertórios. Faz o difícil parecer fácil, com um sorriso cativante, ela consegue encantar o público sentado na  última fileira do teatro. Leia mais aqui

La fille danse…

“A menina dança sozinha por um momento

A menina dança sozinha com o vento, com o ar, com o sonho de olhos imensos…

A forma grácil de suas pernas ele é que as plasma, o seu par de ar, de vento, o seu par fantasma…

Menina de olhos imensos, tu, agora, paras, mas a mão ainda erguida segura ainda no ar o hástil invisível deste poema!”  - Mario Quintana

Photo via Central da Dança

Par Juliana Araújo

A 16 ans, elle a gagné les coeurs des Brésiliens avec une simplicité  déconcertante, quand elle a vaincu le Festival de Danse de Joinville en 2010. Avec la même gaieté, le public suisse est aussi tombé amoureux d’elle et lui a donné  le prix du public et le prix final de la compétition de Lausanne de 2011. Toutefois, Mayara Magri sait que pour réussir dans la danse, il faut beaucoup de détermination, de persévérance et de dur labeur. Elle sait que dans le studio de danse sa attention est focalisée sur le travail. Donc elle répète, répète dans la quête constante de la perfection. Talent, elle y en a en abondance. Et il est tout à fait visible quand on voit la légèreté et la grâce de ses mouvements quand elle execute les variations de son répertoire. Elle fait un travail difficile sembler facile, et avec un sourire touchant elle ensorcelle les membres de l’auditoire qui  ils s’asseyent à la dernière rangée du théâtre. Lisez plus ici

Sylvie Guillem On the Stage

“… No, dance is not a monster. The stage is monstrous, not in the negative sense but on the grandiose side. And dance is sacred as something emotionally strong happens.” - Sylvie Guillem

Photo via the National

Sylvie Guillem Sobre o Palco

“… Não, a dança não é um monstro. O palco é monstruoso, não no sentido negativo, mas pelo lado grandioso. E a dança é sagrada, pois algo emocionalmente forte acontece.” - Sylvie Guillem

Foto via Andrea Colucci Ballet

Sylvie Guillem Sur la Scène

“… Non, la danse n’est pas un monstre. La scène est monstrueuse, pas dans un sens négatif mais dans le côté grandiose. Et la danse est sacrée car il s’y passe quelque chose d’émotionnellement fort.” - Sylvie Guillem

Photo La Depeche

Raymonda

  • Svetlana Zakharova, Maria Alexandrova and Sylvie Guillem: three unbeatable versions of Raymonda.
  • Svetlana Zakharova, Maria Alexandrova e Sylvie Guillem: três versões insuperáveis de Raymonda.
  • Svetlana Zakharova, Maria Alexandrova et Sylvie Guillem: trois versions infranchissables de Raymonda