Por Juliana Araújo
Sempre que eu assisto a um ballet do repertório clássico, eu me encanto. O cenário, música, figurino, pantomima, a sincronicidade do corpo de baile, a encarnação do personagem … Enfim! Eu adoro tudo. No entanto, não menos me encanta uma gala de ballet. A beleza das galas está no gosto da novidade, da surpresa, na dicotomia entre o clássico e o moderno. A surpresa da música, do figurino e principalmente a oportunidade de ver novos trabalhos sem a composição cênica. Apenas o essencial. Nas galas, há tantas outras coisas para se notar. É quando podemos ver as qualidades da bailarina, seu treinamento e sua técnica. Apenas ela e seu parceiro no centro do palco, nada mais existe.

